Domingo, 6 de Junho de 2004

Desfibrilhador

É interessante a designação que foi atribuída ao Outro Olhar pelo Fórum Comunitário numa actualização das suas ligações. Seria admirável que este espaço tivesse a capacidade de funcionar como um desfibrilhador histórico. Assistir ao definhamento da escola suscitado pelos ataques sistemáticos do poder político sem nada fazer é um drama para quem vive a escola. A reanimação da escola consubstancia um paradigma que introduz uma mudança global da escola numa lógica mutacional dialéctica ascendente e descendente, centrada no trabalho educativo que se realiza na Escola. O cerne deste processo, que procura devolver a vida à escola, é o acto educativo.
De que é que estamos à espera? Não será este o momento para recorrermos ao suporte básico de vida?
publicado por Miguel Pinto às 12:43
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5 comentários:
De WR a 7 de Junho de 2004 às 11:52
Caro Miguel Pinto,

A leitura que faz do link que efectuei ao Outro Olhar é interessante, contudo tratou-se apenas de um lapso. O desfibrilhador histórico é um blogue que também "linkei", acontece que uma gralha no texto da ligação não terá feito o link correctamente colocado imediatamente acima do seu Outro Olhar. Pelo embaraço a si e ao "desfibrilhador" apresento as minhas desculpas.

Assim que tenha resolvido um problema técnico prometo reparar o erro. Não obstante, o seu post continua a fazer todo o sentido.

Abraço
WR
De Joao Soares a 7 de Junho de 2004 às 11:33
Caro Miguel Pinto
O meu blog foi atacado por um intruso...penso que o problema está resolvido...por uns tempos.Mas há que resisistir...por políticas inclusivas, sempre.
Obrigada eplos comentários no BioTerra e volte sempre
Um abraço
De Jos Manuel Faria a 7 de Junho de 2004 às 09:42
O Henrique "bate" num ponto Forte. Há que ter em conta esta perspectiva. Qual "Escola"?
De Miguel Pinto a 6 de Junho de 2004 às 22:04
Caro Henrique Jorge:
Na verdade, os ataques à Escola inclusiva e pluridimensional empregam várias frentes. Desde as políticas neoliberais e neoconservadoras no sector educativo, ao autismo dos responsáveis ministeriais, passando pela facilidade com que um conjunto de actores sociais (desde engenheiros, economistas, comentadores desportivos, jornalistas, etc.) se assumem como autênticos especialistas em educação e encharcam os órgãos de comunicação social com as suas opiniões, aos professores inaptos para o exercício da sua nobre função, aos executivos que (perversamente) se servem da escola, aos encarregados de educação que se demitem das suas obrigações educacionais, etc.
Sempre procurei distanciar dos olhares corporativistas que coarctam a liberdade da análise e restringem o aprofundar das questões. Com uma visita mais demorada poderá comprovar esta afirmação.
Agradeço-lhe o comentário porque introduz um novo olhar à discussão. Volte sempre. :)
De Henrique Jorge a 6 de Junho de 2004 às 18:16
Atenção, que não é apenas o governo que ataca a Escola. Aliás, a "Escola", vista nestes termos, parece-me uma expressão demasiado abrangente que encobre corporativamente maus comportamentos e abusos bem graves. Quem é que representa essa "Escola" atacada pelo governo?... São os professores?... Aceito que sejam, mas parece-me que, ao mesmo tempo que olham para fora, devem também olhar para dentro.
No papel de pai tenho visto na "Escola" coisas de bradar aos céus.

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