Sexta-feira, 7 de Maio de 2004

Separar o trigo do joio.

O texto anterior canaliza para os professores a responsabilidade de tornar as escolas mais ou menos eficazes. Contudo, o drama dos docentes que se vêem impedidos do exercício pleno das suas funções é desmedido. Quando os esforços de colaboração não encontram eco na comunidade profissional em que estão inseridos, estes docentes vivem momentos de isolamento e de grande ansiedade. Nestas circunstâncias, baixar os braços e afinar a conduta pelo diapasão da rotina é uma defesa natural, aceitável do ponto de vista humano. Como tenho afirmado, insistentemente, há que separar o trigo do joio. As escolas não podem transformar-se em espaços feudatários.
publicado por Miguel Pinto às 22:11
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