Sábado, 28 de Fevereiro de 2004

A escola-fábrica.

Encontrei uma boa discussão aqui. Uma notícia da SIC relativa ao número de analfabetos em Portugal introduziu-se a questão dos analfabetos funcionais que a Escola reproduz.

A notícia acabou por ser um pretexto para que se tocasse um problema de fundo. A nossa Escola não é uma escola personalista é uma Escola que requer um aluno-massa, um anónimo na indiferenciada escola-fábrica. É por este facto que se fala tanto de alunos “normais”, como se vê neste texto:

“Para os alunos normais tem que haver maior rigor no ensino e mais exigência por parte dos professores. O aluno "é obrigado a andar" ao ritmo que o professor estipula para ele e não o contrário. Nós, os professores, é que temos que puxar pelo aluno. Alguns ficam pelo caminho. Como em tudo, na vida. Mas os restantes, fazemos deles Bons alunos que não se envergonhem a eles nem a nós, no futuro. Assim se combate o insucesso no ensino: "puxar" ao máximo pelos médios, desafiar em alta os bons e esquecer os maus. Ensinar o máximo a quem quer aprender! Conseguiremos subir as estatísticas e, mais importante do que isso: em vez de ensinarmos não mais que rudimentos a 20 porque só assim conseguimos com que os 3 piores acompanhem, ensinaremos tudo o que está no programa (e a té mais) a 17

publicado por Miguel Pinto às 09:52
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