Sábado, 7 de Fevereiro de 2004

Ordem dos professores? (II)

Apresento a notícia tal e qual ela me apareceu. Não acredito que estas declarações visassem o professorado. Foram dirigidas para um público mais vasto. Mas, o meu destaque vai para a linha argumentativa dos dois responsáveis. Procure as diferenças e as semelhanças.

«Entendemos que a especificidade desta função cabe ter reconhecimento e valia não só a nível do seu estatuto de exercício como ao nível do estatuto de aposentação. É importante que seja definido um quadro deontológico de actuação para os profissionais docentes», afirmou João Grancho à TSF, defendendo que «não pode ser professor quem quer mas quem tem vocação para o efeito».
No lado oposto está a Fenprof, a qual veio já afirmar, através do seu secretário nacional, Augusto Pascoal, a recusa da estrutura sindical à criação de uma Ordem.
Em declarações à TSF, Augusto Pascoal defendeu que «não falta nenhuma ordem para os professores. Os professores têm uma profissão que não se caracteriza pelas profissões que têm ordem. É professor quem tem vocação, quem concorreu a esta profissão, quem está colocado».
Acreditamos na formação contínua, na avaliação que as escolas fazem dos professores e na auto-avaliação dos professores e portanto não há nenhuma razão para uma Ordem dos Professores», concluiu.

publicado por Miguel Pinto às 12:51
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