Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2004

Uma ponta do novelo

Pode ser um começo, uma ponta do novelo. O post do Manuel deu o mote e eu acrescentarei outros olhares. Perceber qual o papel que está reservado ao professor neste princípio de século. É o desafio que se coloca após uma demorada discussão sobre a escola situada no seu tempo. Não ficarei por aqui. Introduzirei novas questões esperando que elas me guiem neste percurso sinuoso.
Adopto como verdadeira a tese de que o papel do professor não será indiferente ao seu quadro de referência – a Escola. Nesta medida, a discussão anterior ancorará as nossas posições. Tenho-me ocupado da Escola Cultural. Considero, sem falsa modéstia, que a argumentação utilizada dispensa a busca da sua relevância na actual conjuntura. Já lá vão quase duas décadas. Manuel Ferreira Patrício enunciava uma série de problemas ou desafios que ainda não perderam actualidade: problemas de reconversão profissional, problemas de formação inicial de raiz, problemas de formação inicial em serviço, problemas de formação contínua, problemas de formação especializada e problemas de completamento de habilitações.
Como o risco de perder a ponta é grande, há que olhar o novelo com distanciamento.
publicado por Miguel Pinto às 21:32
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