Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2004

Passo a passo em direcção à Escola Cultural (I)

Formação de professores

Nesta minha caminhada em direcção à Escola Cultural não me reconheço na qualidade de profeta. A acreditar na sua indispensabilidade ele seria outra pessoa, talvez o mentor da Escola Cultural.

Imbuído pelo respeito da pluralidade de caminhos alternativos, as minhas crenças têm servido para iluminar os meus passos sempre disposto a abandoná-las logo que o meu discernimento autorize a adopção de outras.

O que persigo, neste momento, é a identificação de estrangulamentos e deficiências estruturais da escola que será necessário remover para concretizar esta escola ou outra desde que tenha o mesmo quadro de referência – a pessoa que é o aluno. É, como sempre disse, a Escola vivida que me interessa.

Abordei algumas das perversidades da escola actual consubstanciadas no paternalismo e paroquialismo depois de me ter referido ao flagelo dos acólitos do ensino. Em todas estas incursões houve um elemento comum. O professor. É a centralidade do professor nos processos de inovação que me obriga a considerar a sua formação.
Uma reflexão que suscitará outros olhares.

publicado por Miguel Pinto às 20:23
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