Sexta-feira, 20 de Agosto de 2004

Comer o pó.

O salário dos jogadores de futebol de elite, claramente desfasado do quadro económico débil em que vivemos, não deixa espaço para a complacência do público. A produção do atleta deve estar em conformidade com o vencimento que aufere. Um jogador de futebol terá, no mínimo, de se esforçar, correr, lutar, mostrar que é empenhado no seu trabalho. Esta é a condição necessária, mas não é suficiente para merecer a aprovação do espectador e por via disso dos responsáveis pelo clube. Noutra escala aparecerá o resultado, a competência técnica, táctica e estratégica dos jogadores.
Já em 81 era necessário “comer o pó” (como dizia o Henrique no seu comentário), hoje, será necessário comer o pó e o adversário. É nessa medida que a formação dos atletas de alto rendimento não pode andar à deriva. E ela é necessária, não tanto para suprir as dificuldades económicas dos clubes, mas, fundamentalmente, para que os atletas, num futuro próximo, não entrem num processo autófago.
publicado por Miguel Pinto às 15:01
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1 comentário:
De MJMatos a 23 de Agosto de 2004 às 15:06
Esqueceu-se de referir que, pelo que ganham, também devem evitar fazer as figuras tristes que levam à expulsão. Pelos vistos, o dinheiro também não dá ética, nem educação.

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