Terça-feira, 13 de Janeiro de 2004

Olhares que se cruzam

Hoje reencontrei um amigo e colega. Há quem diga que as conversas de professores acabam, mais cedo ou mais tarde, por confluir na escola. Eu não vejo mal nenhum nesta fatalidade. Bem pelo contrário. Quero acreditar que isso se deve ao facto de os professores terem escolhido a sua profissão e que ainda não lhes foi retirada a paixão do ensino. Admito que esta minha generalização corresponde a uma estratégia pessoal para minimizar o desgaste de quem vive numa escola com uma cultura de ensino individualista. Onde a balcanização está de braço dado com a colegiabilidade artificial.

Mas estas conversas também nos ajudam a situar e a perceber a singularidade das escolas. Servem para olhar com espanto os relatos das boas práticas. Cuidam de desvendar os podres camuflados na tradição corporativa.

publicado por Miguel Pinto às 21:40
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